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Mata do Buçaco


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  • Museu Militar
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  • Moeda 5 dolares comemorativa dos 200 anos da Batalha do Bussaco

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O lado verde da vida tem na Mata Nacional do Buçaco um dos seus mais fascinantes recantos.
A Floresta do Buçaco é um bosque espesso, muitas vezes secular, onde as árvores têm porte gigantesco e são ricas em essências, perfumes e fulgor. Cedros, abetos, sequóias, tílias, ulmeiros, loureiros, faias, rodoendros, fetos gigantes, acácias e freixos, provenientes da América, da Austrália, dos Himalaias ou de tantos outros locais do Mundo, plantadas e cuidadas por gerações de monges Carmelitas Descalços que viveram, em clausura e contemplação por mais de 200 anos, entre 1630 e 1834, neste magnífico altar da Natureza, sagrado e protegido por bula do Papa Urbano VIII de 1634.

Mata do BuçacoPela floresta, ao correr dos caminhos, há uma transparência de luz e frescura de sabor místico quase divino, há ermidas que evocam os Passos da Via Sacra, capelas votivas, alguns tugúrios, outrora refúgios dos frades em meditação, pequenos lagos e muitas fontes.

Há essa maravilha que se chama o Vale dos Fetos e aquele sítio idílico que é a Fonte Fria, ou no cimo da colina sagrada, o miradouro da Cruz Alta, com admirável panorama da floresta a guardar no seu coração o Convento das Carmelitas e o sumptuoso Palace Hotel do Buçaco, outrora residência de reis e que nos nossos dias recebe Homens de Estado e quem, na busca da tranquilidade, tem o gosto de se acolher num dos mais belos hotéis românticos da velha Europa.

O Museu Militar do Buçaco foi inaugurado em 27 de Setembro de 1910, por ocasião do 1º centenário da Batalha do Buçaco, que sintetiza a valentia e a acção heróica do exército anglo-luso durante o período da Guerra Peninsular. Ampliado e remodelado em 1962, dispõe de valiosas colecções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na Batalha, de que se destaca uma peça de artilharia com a respectiva guarnição.

Em painéis, aludindo aos brilhantes feitos de armas praticados, recorda-se com emoção e gratidão o comportamento corajoso e determinado de todas as Unidades portuguesas que tomaram parte na Guerra Peninsular (1808-1814). Á sua acção se ficou devendo a defesa da identidade e independência nacionais.


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